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Devaneio XXVII
Bato a porta,
Bato na porta
Fechada, fechado olhar então
Não mais ao teu lado estarei
Nem ao meu estarás
Pra onde vou?
Não sei
Apenas aqui não permaneço mais
Então bato, bato a maldita porta
Fecho-a com quem se fecha pra vida
Pela vergonha ou medo de se saber
O que há lá fora
Pelo frio na espinha
Por aquele cisco no olho
Pelo nó na garganta
É por isso exatamente
É bem por isso
Que bato, bato a porta







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